FAQ'S

As ostras são consideradas um “super alimento”, visto que é muito difícil encontrar tantos benefícios num só alimento. As suas propriedades nutritivas podem fornecer até 90% das necessidades básicas diárias para um adulto. Para aproveitar todas estas propriedades, nada melhor do que comê-las ao natural.

As ostras são muito ricas em vitaminas e minerais, apenas são pobres em calorias, não existindo nenhum perigo em comer muita quantidade de ostras, visto a sua digestão ser super leve para o estômago. É necessário ter atenção ao seu consumo regular para pessoas que tenham gota ou ácido úrico elevado ou outro problema de saúde ou alergia a este alimento.

Comer regularmente ostras poderá ter um conjunto de benefícios:

– Resolver problemas de estômago, como úlceras;

– Prevenir a osteoporose;

– Ajudar a combater anemia;

– Ajudar a combater sinais de depressão;

– Aumento de concentração – fonte rica em vitaminas do complexo B e B12;

– Antioxidantes, que ajudam a neutralizar moléculas responsáveis por doenças como cancro – elevada concentração de ferro, potássio, selênio e cobre;

– Prevenção de doenças cardiovasculares – ómega 3 e ómega 6;

– Reforça o sistema imunitário, melhora a saúde da pele e o rendimento muscular. É O alimento mais rico em zinco do mundo; 

– Afrodisíacas – desde os tempos da Grécia antiga que as ostras estão associadas à deusa grega do amor, Afrodite. E sim, pode dizer-se que são afrodisíacas, pois são o alimento mais rico do mundo em zinco e rico também  noutras vitaminas e minerais que melhoram a saúde no geral e o sistema reprodutivo, podendo aumentar a libido.
Acompanhadas pelo nosso excelente espumante ou vinho, no ambiente  e companhia certos, podem fazer milagres.

Se não tiver intolerância ou outros problemas de saúde que o impeçam, pode comer quantas quiser. Para além dos benefícios para a saúde, as ostras são de digestão super leve para o estômago e são bastante pobres em calorias.

A segurança das nossas ostras é garantida com o rigor no processo de depuração, transporte e acondicionamento que acompanhamos com toda a exigência necessária.

A depuração serve essencialmente para ficarmos descansados na hora de saborear cada ostra, visto que este processo garante que os micro-organismos nocivos para a saúde que possam existir no sistema digestivo da ostra sejam eliminados, retirando o perigo para o seu consumo.

Depende. No momento em que as estamos a abrir, a ostra ainda está viva e depois de aberta poderá continuar viva, no entanto na maior parte das vezes já estará morta quando chega ao vosso prato, isto porque a nossa técnica de abertura envolve soltar bem a ostra da casca e para isso cortamos o músculo de ambas as conchas e o coração das ostras está junto ao músculo.
Consumir umas boas horas depois de morta não fará mal, apenas faz com que a ostra passe a ter um prazo de validade e acaba ir ficando um pouco seca ao fim de umas horas.

Antes de as abrir conseguimos verificar se a ostra está mesmo viva batendo uma ostra contra outra e ouvindo um som oco (deverá estar morta) ou “tipo pedra” (viva).

As ostras devem ser conservadas no frigorífico, de preferência afastado das paredes de forma a não receberem demasiado frio, na nossa caixa sempre direita para não perderem muita água. As ostras mantém-se vivas 7 dias fora da água.

Não é verdade!

Existe quem diga isto porque os meses sem “R” é o período de reprodução das ostras, que ficam mais magras e ovadas, o que pode dar um sabor menos agradável na boca. No entanto, hoje em dia a maior parte das ostras que se comercializam em todo o mundo são tripoides, quer isto dizer que não se reproduzem ou reproduzem-se muito pouco, ficando todo o ano carnudas e saborosas, que é o caso das nossas.

Infelizmente não. Para se formarem pérolas é necessário haver um conjunto de fatores muito específico. A formação da pérola tem a ver com um mecanismo de defesa que a ostra cria a uma agente invasor, criando a madrepérola à volta.

FAQ'S

As ostras são consideradas um “super alimento”, visto que é muito difícil encontrar tantos benefícios num só alimento. As suas propriedades nutritivas podem fornecer até 90% das necessidades básicas diárias para um adulto. Para aproveitar todas estas propriedades, nada melhor do que comê-las ao natural.

As ostras são muito ricas em vitaminas e minerais, apenas são pobres em calorias, não existindo nenhum perigo em comer muita quantidade de ostras, visto a sua digestão ser super leve para o estômago. É necessário ter atenção ao seu consumo regular para pessoas que tenham gota ou ácido úrico elevado ou outro problema de saúde ou alergia a este alimento.

Comer regularmente ostras poderá ter um conjunto de benefícios:

– Resolver problemas de estômago, como úlceras;

– Prevenir a osteoporose;

– Ajudar a combater anemia;

– Ajudar a combater sinais de depressão;

– Aumento de concentração – fonte rica em vitaminas do complexo B e B12;

– Antioxidantes, que ajudam a neutralizar moléculas responsáveis por doenças como cancro – elevada concentração de ferro, potássio, selênio e cobre;

– Prevenção de doenças cardiovasculares – ómega 3 e ómega 6;

– Reforça o sistema imunitário, melhora a saúde da pele e o rendimento muscular. É O alimento mais rico em zinco do mundo; 

– Afrodisíacas – desde os tempos da Grécia antiga que as ostras estão associadas à deusa grega do amor, Afrodite. E sim, pode dizer-se que são afrodisíacas, pois são o alimento mais rico do mundo em zinco e rico também  noutras vitaminas e minerais que melhoram a saúde no geral e o sistema reprodutivo, podendo aumentar a libido.
Acompanhadas pelo nosso excelente espumante ou vinho, no ambiente  e companhia certos, podem fazer milagres.

Se não tiver intolerância ou outros problemas de saúde que o impeçam, pode comer quantas quiser. Para além dos benefícios para a saúde, as ostras são de digestão super leve para o estômago e são bastante pobres em calorias.

A segurança das nossas ostras é garantida com o rigor no processo de depuração, transporte e acondicionamento que acompanhamos com toda a exigência necessária.

A depuração serve essencialmente para ficarmos descansados na hora de saborear cada ostra, visto que este processo garante que os micro-organismos nocivos para a saúde que possam existir no sistema digestivo da ostra sejam eliminados, retirando o perigo para o seu consumo.

Depende. No momento em que as estamos a abrir, a ostra ainda está viva e depois de aberta poderá continuar viva, no entanto na maior parte das vezes já estará morta quando chega ao vosso prato, isto porque a nossa técnica de abertura envolve soltar bem a ostra da casca e para isso cortamos o músculo de ambas as conchas e o coração das ostras está junto ao músculo.

Consumir umas boas horas depois de morta não fará mal, apenas faz com que a ostra passe a ter um prazo de validade e acaba ir ficando um pouco seca ao fim de umas horas.

Antes de as abrir conseguimos verificar se a ostra está mesmo viva batendo uma ostra contra outra e ouvindo um som oco (deverá estar morta) ou “tipo pedra” (viva).

As ostras devem ser conservadas no frigorífico, de preferência afastado das paredes de forma a não receberem demasiado frio, na nossa caixa sempre direita para não perderem muita água. As ostras mantém-se vivas 7 dias fora da água.

Não é verdade!

Existe quem diga isto porque os meses sem “R” é o período de reprodução das ostras, que ficam mais magras e ovadas, o que pode dar um sabor menos agradável na boca. No entanto, hoje em dia a maior parte das ostras que se comercializam em todo o mundo são tripoides, quer isto dizer que não se reproduzem ou reproduzem-se muito pouco, ficando todo o ano carnudas e saborosas, que é o caso das nossas.

Infelizmente não.

Para se formarem pérolas é necessário haver um conjunto de fatores muito específico. A formação da pérola tem a ver com um mecanismo de defesa que a ostra cria a uma agente invasor, criando a madrepérola à volta.